sobre mim

Carla Maria Lima

Conselheira Estratégica de Negócios

Passei anos a olhar para negócios por ângulos diferentes.
Hoje, o meu trabalho é perceber como esses ângulos se relacionam.

Estratégia. Posicionamento. Negócios. Comportamento humano. Sistemas. Psicologia.

Durante muito tempo, pareciam áreas diferentes do meu percurso.
Hoje percebo que estavam a ensinar-me a fazer a mesma coisa: olhar para além do problema evidente e perceber o que realmente o está a produzir.

Foi dessa forma de pensar que nasceram a Inteligência Sistémica e a Clínica Sistémica de Negócios.

O meu trabalho hoje

Não trabalho para te dar mais coisas para fazer.

Trabalho para te ajudar a perceber melhor:

  • o que está realmente a acontecer;
  • o que está relacionado;
  • o que merece prioridade;
  • que decisão está em falta;
  • e onde uma intervenção pode produzir maior movimento.

Há situações em que o problema é claramente estratégico.

Noutras, está na oferta.

No preço.

Na estrutura.

No mercado.

Na forma como o negócio está posicionado.

E há situações em que aquilo que a fundadora consegue ou não consegue sustentar também participa no resultado.

O meu trabalho está precisamente em: distinguir.

Não cheguei aos negócios por uma única porta

O meu percurso cruza áreas que, à primeira vista, podem parecer distantes.

Trabalhei e estudei:

  • negócios;
  • estratégia;
  • posicionamento;
  • desenvolvimento humano;
  • sistemas;
  • psicologia.

Ao longo do tempo, fui percebendo que cada uma destas áreas via uma parte importante da realidade.

Mas nenhuma, sozinha, me parecia suficiente para compreender determinadas situações empresariais.

A estratégia explicava muito.

Mas não tudo.

A psicologia explicava muito.

Mas não tudo.

A sistémica permitia relacionar.

Mas sem estratégia podia tornar-se abstrata.

Foi dessa tensão que começou a surgir a pergunta que ainda hoje orienta grande parte do meu trabalho:

O que estamos a olhar separadamente que precisa de ser compreendido em conjunto?

Foi aí que a minha forma de trabalhar começou a mudar

Deixei de olhar apenas para:

preço

e passei a perguntar também:

que valor, posição, cliente e estrutura conseguem sustentar este preço?

Deixei de olhar apenas para:

comunicação

e passei a perguntar:

o negócio já decidiu suficientemente bem aquilo que está a tentar comunicar?

Deixei de olhar apenas para:

crescimento

e passei a perguntar:

o negócio consegue suportar aquilo que está a tentar fazer crescer?

Deixei de olhar apenas para:

a fundadora

e passei a perguntar:

a questão está mesmo nela ou estamos a ignorar um problema real de mercado, estratégia ou estrutura?

Esta diferença parece pequena.

Na prática, muda profundamente a qualidade da análise.

O que me interessa
não é ter uma teoria para tudo

É fazer a pergunta certa antes de procurar a solução.

Não acredito que todos os problemas de negócio sejam emocionais.

Não acredito que uma metodologia consiga explicar tudo.

Não acredito que exista uma causa invisível por trás de cada dificuldade.

E também não acredito que uma boa estratégia funcione automaticamente só porque, no papel, está correta.

Um negócio existe na realidade.

Tem:

  • mercado;
  • clientes;
  • números;
  • recursos;
  • limites;
  • pessoas;
  • decisões;
  • relações;
  • contexto.

Por isso, qualquer hipótese tem de sobreviver ao confronto com essa realidade.

O meu trabalho não é confirmar uma teoria.

É perceber o que faz sentido naquele negócio.

Inteligência Sistémica

Dar nome à forma como eu já estava a pensar.

A Inteligência Sistémica nasceu da necessidade de organizar uma forma de leitura que eu já utilizava no trabalho.

Em vez de observar os problemas isoladamente, procuro perceber:

  • que elementos participam;
  • como estão relacionados;
  • que posições ocupam;
  • o que se repete;
  • o que sustenta o resultado;
  • e o que pode acontecer se interviermos numa determinada parte.

A finalidade não é tornar o negócio mais complexo.

É exatamente o contrário: reduzir ruído e perceber onde vale a pena agir.

TRÊS PALAVRAS QUE ORGANIZAM MUITO DO MEU TRABALHO

Identidade

Que negócio estás realmente a construir?

Posição

Que lugar estás a ocupar perante o mercado, o cliente e o próprio negócio?

Autoridade

Consegues sustentar as decisões exigidas por esse lugar?

Estas três dimensões aparecem repetidamente porque um negócio pode ter estratégia e continuar desalinhado entre:

aquilo que diz ser, o lugar que ocupa e aquilo que consegue sustentar.

sobre5

Porque criei a Clínica Sistémica de Negócios

Chegou um momento em que esta forma de trabalhar precisava de deixar de existir apenas como:

  • sessões;
  • intuição profissional;
  • ferramentas dispersas;
  • conhecimento acumulado.

Precisava de:

estrutura.

Foi daí que nasceu a Clínica Sistémica de Negócios.

Não como uma clínica terapêutica.

Mas como um lugar onde existe uma lógica clara:

  • observar antes de prescrever;
  • compreender antes de intervir;
  • distinguir antes de decidir;
  • e reorganizar apenas aquilo que realmente precisa de mudar.

 

A Clínica tornou-se a estrutura onde aplico esta forma de pensar a problemas reais de negócio.

O meu lugar não é fazer o teu negócio por ti

Não quero ocupar o lugar da fundadora.

Não quero tomar decisões que te pertencem.

E não quero criar dependência.

O meu papel é ajudar-te a:

  • ver aquilo que ainda está confuso;
  • separar questões diferentes;
  • identificar relações;
  • confrontar contradições;
  • definir prioridade;
  • perceber consequências;
  • tomar decisões mais conscientes;
  • e transformar essa decisão em movimento.

 

A decisão continua a ser tua.

Mas pode ser uma decisão muito melhor informada.

É por isso que
"Conselheira Estratégica de Negócios"
faz sentido

Não me defino principalmente como:

  • coach;
  • formadora;
  • terapeuta;
  • consultora de marketing;
  • mentora.

Posso desempenhar algumas dessas funções em contextos específicos.

Mas o centro do meu trabalho está noutro lugar: discernimento estratégico.

Ajudar a perceber:

  • o que realmente está em causa;
  • o que é ruído;
  • o que é prioridade;
  • e que decisão pode mudar o sistema.

Como penso uma boa interveção

Uma boa intervenção não é aquela que te dá mais trabalho.

 

É aquela que melhora:

a qualidade da leitura;

↓

a qualidade da decisão;

↓

a qualidade da ação;

↓

a qualidade do resultado.

 

Por vezes isso significa fazer mais.

Outras vezes significa:

  • parar;
  • eliminar;
  • simplificar;
  • subir o preço;
  • mudar de cliente;
  • deixar uma oferta;
  • delegar;
  • reposicionar;
  • escolher uma única prioridade.

O tipo de empresária com quem mais gosto de trabalhar

O meu trabalho faz particularmente sentido para mulheres que:

  • já têm um negócio;
  • já fizeram acontecer;
  • já têm clientes;
  • já acumularam experiência;
  • sabem que têm valor;
  • mas sentem que o negócio ainda não traduz totalmente aquilo que se tornaram.

Não estão necessariamente perdidas.

Muitas vezes estão num ponto mais complexo: sabem demasiado para continuar a aceitar respostas simples.

Precisam de clareza, distinção e direção.

Como podes trabalhar comigo

Existem diferentes níveis de intervenção.

Se ainda não sabes exatamente onde está o problema

Diagnóstico Sistémico do Negócio
Gratuito.

Se tens uma situação concreta

Consulta Sistémica de Negócio

Uma leitura individual para identificar prioridade e direção.

Não quero que me procures porque precisas de alguém que te diga o que fazer.

Quero que o meu nome te ocorra quando:

  • o problema não é óbvio;
  • tens informação a mais;
  • várias hipóteses parecem possíveis;
  • precisas de perceber o que realmente merece atenção;
  • ou existe uma decisão suficientemente importante para valer a pena pensar melhor antes de agir.

 

Porque, no fim, é isso que faço: vejo, relaciono, distingo e ajudo-te a decidir.